90


No Príncipe Real, aos sábados, há uma atmosfera bem catita. meio hipster, meio bairro português. Compra-se fruta, passeia-se o cão, vai-se à padaria e espreitam-se as antiguidades. É a nova Lisboa.

Eu deslumbrei-me com outro tipo de idade: a do cipreste-português, com os ramos abraçados e embaraçados, com dois corações gravados e 23 metros de diâmetro.

Nos intervalos, havia que apreciar as cores das frutas e vegetais e até conhecer alguns legumes novos…

As bancas de artesanato… 

E, por falar em outros tempos, um café no quiosque!

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2 Comentários on “90”

  1. Está tão mal tratado aquele cipreste, lembro de ser um tecto verde com um cheiro que me ficou marcado na memória, onde nem a luz forte do Verão penetrava, os reformados gostavam daqueles bancos adoravam aqueles bancos para jogar sueca. Agora parece um cadáver moribundo em cima da armação metálica…

  2. [...] àquele jardim, àquela árvore. Voltei ao final do dia, aos que por ali passam o tempo. Aos pássaros que esperam as migalhas que [...]


diga lá qualquer coisinha

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